Características técnicas e recarga de cartuchos de jato de tinta

Características técnicas

Um cartucho de tinta é composto de um container de suprimento de tinta que é descarregada na cabeça responsável pela impressão e uma tampa selando o container para que ele possa ter contato com o ar. Um dispositivo de memória semicondutora armazena informação relacionada a tinta está presente na superfície do container sendo revestido por um filme removível. (MATSUZAKI, 2002).

A qualidade de impressão é determinada pela resolução da cabeça de impressão, na qual depende da viscosidade da tinta (MATSUZAKI, 2002).

A comunicação entre o chip semicondutor de memória e a impressora é realizada através do contato entre eletrodos e o grupo de contatos. Porém, o chip semicondutor de memória é montado em um estado no qual é mantido sempre exposto, causando problemas quando o usuário vier a tocar o chip semicondutor de memória com os dedos, podendo quebrá-lo ou perdê-lo devido a eletricidade estática ou outros fatores. Quando este evento acontece, a impressora torna-se incapaz de ler a informação armazenada no chip semicondutor de memória para a correta realização da impressão (MATSUZAKI, 2002).

Realização da recarga

Uma despesa significativa associada com a operação de impressoras de jato de tinta é o custo de substituição de cartuchos de tinta quando esgotada a carga do cartucho. Durante o ciclo de vida da impressora, este custo pode ser substancial. Os componentes estruturais do cartucho de jato de tinta, porém, são razoavelmente duráveis e capazes de durar além da carga do cartucho. Como resultado, descartar um cartucho de tinta simplesmente porque a tinta esgotou é uma prática cara e desnecessária (GOLDMAN, 1993). A Ecorica vende cartuchos de tinta remanufaturados com preço de mercado entre 20% e 30% menor em relação a cartuchos novos. (MATSUMOTO, 2011).

O uso de um cartucho de tinta de cor única (ex. preto) para uso em impressão de documentos gerados por computador é hoje uma prática padrão. Por exemplo, a Hewlett-Packard comercializa cartuchos de jato de tinta #51608A para uso em impressoras Hewlett-Packard Desk Jet, Deskwriter e impressoras similares. O cartucho de jato de tinta tem sido fornecido pela Hewlett-Packard como descartável (não-recarregável). Porém, é conhecido há anos que estes cartuchos podem ser recarregados ao inserir uma seringa com tinta na abertura de ar no topo do cartucho com tinta suficiente para saturar a espuma dentro do cartucho (ONTAWAR, 1994). Um problema com esta prática, porém, é devido às aberturas de ar serem construídas somente para permitir a passagem de ar no cartucho enquanto a tinta é pulverizada, não sendo particularmente adequadas para aplicar tinta ao cartucho. (GOLDMAN, 1993).

Recentemente, a Hewlett-Packard introduziu um cartucho de jato de tinta descartável e não-recarregável (#51626A). O aumento da capacidade de tinta do novo cartucho foi acompanhada com a venda da abertura de ar tapada com uma fita plástica, que pode ser encontrada em um dos quatro lados da superfície do cartucho. Ao mesmo tempo que infla as aberturas de ar, elas não permitem acesso direto ao reservatório de tinta, que foi realocado dentro do cartucho de tinta, diminuindo a pressão de ar na câmara sob o líquido de tinta, prevenindo o gotejamento de tinta nos orifícios abaixo do cartucho (ONTAWAR, 1994).

REFERÊNCIAS

GOLDMAN, Barry M. Method and apparatus for refilling ink cartridges. US Pat. 5,199,470, 05 abr. 1993, 10p. Disponível em: https://www.google.com/patents/US5199470 Acesso em: 02 dez. 2016.

MATSUMOTO, Mitsutaka; UMEDA, Yasushi. Journal of Remanufacturing. 2011. Disponível em: http://journalofremanufacturing.springeropen.com/articles/10.1186/2210-4690-1-2 Acesso em: 02 dez. 2016.

MATSUZAKI, Makoto; SHINADA, Satoshi. Ink cartridge for ink-jet printing apparatus. US Pat. 6,416,152 B1, 09 jul. 2002, 18p. Disponível em: https://www.google.com/patents/US6416152 Acesso em: 02 dez. 2016.

ONTAWAR, Susan P.; KEEN, Fred. User refillable ink jet cartridge and method for making said cartridge. US Pat. 5,329,294, 12 jul. 1994, 11p. Disponível em: https://www.google.com/patents/US5329294 Acesso em: 02 dez. 2016.

Diferenças entre Modem, Hub e Switch

Neste artigo, vamos comentar um pouco sobre as principais diferenças de um modem para um hub e switch, e princípios básicos de funcionamento dos mesmos.

Modem

A maioria das pessoas usam um modem (roteadores NAT) em casa para conectar-se a Internet, e a maioria dos roteadores NAT oferecem alguma versão limitada do DHCP para atribuir automaticamente endereços IP para computadores de mesa, laptops, consoles de vídeo-game e smartphones e uma versão limitada do DNS para tornar possível a todos os dispositivos da rede conhecerem como os outros dispositivos são chamados. O DHCP lida com endereços, porém não diz aos outros dispositivos da rede quem possuí tal endereço; o DNS sabe relacionar nomes com endereços mas não atribuí endereços sozinho. (BigDinosaur Blog, 2012)

Um modem pode prover internet apenas para um computador, já que possuí apenas uma entrada para linha telefônica (de onde vem a internet) e uma entrada Ethernet, como pode ser visto na imagem abaixo:

Traseira do modem D-Link 500B

Traseira do modem D-Link 500B

Para que possamos compartilhar nossa internet com dois ou mais computadores precisamos usar hubs ou roteadores.

DSL-2640B

Existem alguns modens que possuem 4 entradas (ao invés de apenas uma), como o DSL-2640B, que descartam a necessidade de um hub/switch (eles atua como ambos [note a porta DSL]).

Hoje em dia, há uma tendência de substituição dos hubs pelos roteadores wireless (já que os hubs permitem apenas compartilhar nossa internet através do uso de fios, já os roteadores wireless nos permitem compartilhar tanto por fio quanto sem fio).

Hub (Concentrador)

Para que seja possível a comunicação de vários computadores em uma rede, podemos usar um hub.

Hub

O hub permite que os computadores possam compartilhar arquivos e impressoras entre si sem nenhuma configuração adicional, precisamos apenas conectar os computadores ao hub e podemos começar a compartilhar arquivos e impressoras (graças ao APIPA).

Quando conectamos um modem a um hub estendemos a capacidade que ele possui para, além do compartilhamento de arquivos e impressoras, o compartilhamento de internet. Não é necessário nenhuma configuração adicional, apenas precisamos conectar o modem a qualquer entrada livre no hub e a internet funcionará em todos os computadores automaticamente.

Qualquer informação enviada por um computador é recebida por todos os outros, mesmo que a informação fosse destinada para um destinatário específico. A placa de interface de rede descarta a informação não endereçada a ela, interrompendo a CPU somente quando pacotes aplicáveis eram recebidos, a menos que a placa fosse colocada em seu modo de comunicação promíscua. Essa forma de um fala e todos escutam definia um meio de compartilhamento de Ethernet de fraca segurança, pois um nó na rede Ethernet podia escutar às escondidas todo o tráfego do hub se assim desejasse.

Todo pacote que é enviado a uma porta do hub pode sofrer colisão; o hub realiza um trabalho mínimo ao lidar com colisões de pacote. Como a chance de colisão é proporcional ao número de transmissores e ao volume de dados a serem enviados, a rede pode ficar extremamente congestionada, em torno de 50% da capacidade nominal, dependendo desses fatores. Para solucionar isto, foram desenvolvidos “comutadores” ou switches Ethernet, para maximizar a largura de banda disponível.

Switch (Comutador)

Um switch é um hub “mais rápido e inteligente” (a grosso modo) devido ao modo como possibilita a conversa entre os computadores em uma rede mas, na prática, o cabeamento é idêntico e ele atua como um hub, não necessitando de nenhuma configuração adicional para compartilhar internet, arquivos e impressoras (tanto que é possível substituir um hub por um switch em uma rede sem nenhuma configuração adicional).

Switch Ethernet “aprende” quais são as pontas associadas a cada porta, e assim ele pára de mandar tráfego para as demais portas a que o pacote não esteja endereçado, isolando os domínios de colisão. Desse modo, a comutação na Ethernet pode permitir velocidade total de Ethernet no cabeamento a ser usado por portas de um mesmo switch.

É possível encontrar redes Gigabit Ethernet no mercado usando HUB mas pela norma a rede só pode ser usada através de um switch. Para usuários domésticos, o tempo de transmissão será maior, mas nada o que faça valer a pena migrar para a Gigabit. Como o switch é pouco utilizado por usuários domésticos (a quem este post se destina) devido ao alto preço, recomendo, para quem possui mais curiosidade ou um switch em casa, ler o post do Brainworks que compara Hubs e Switchs.

Referências

  1. BigDinosaur Blog, 2012.Running BIND9 and ISC-DHCP.

Como remover a opção de ejetar drives SATA internos do ícone ‘Remover hardware com segurança’ do Windows?

O ícone Remover hardware com segurança do Windows oferece a habilidade de ejetar discos internos do computador, incluindo o drive de iniciação. Eu não vejo necessidade de precisar disso – quando vou ejetar o disco rígido no qual o Windows está instalado?

1Zxlr

A resposta depende do driver que você está usando. Eu possuo um conector SATA de 6 portas (Intel ICH9 – 2922) e uso o driver Intel RST.

A principal causa para o problema é o driver SATA determinar incorretamente que a porta SATA interna é externa. Se você olhar o valor ‘Capabilities’ do seu(s) drive(s) em HKEY_LOCAL_MACHINE\SYSTEM\CurrentControlSet\Enum\IDE\..\.. ele provavelmente está definido como 0x4, o que o torna removível. Uma vez adicionado a configuração abaixo ao registro, o driver SATA retornará valores diferentes para o valor ‘Capabilities’ (provavelmente 0) e o driver irá parar de ser exibido em ‘Remover hardware com segurança’.

//from inc/api/cfgmgr32.h (WINDDK)
#define CM_DEVCAP_LOCKSUPPORTED (0x00000001)
#define CM_DEVCAP_EJECTSUPPORTED (0x00000002)
#define CM_DEVCAP_REMOVABLE (0x00000004)
#define CM_DEVCAP_DOCKDEVICE (0x00000008)
#define CM_DEVCAP_UNIQUEID (0x00000010)
#define CM_DEVCAP_SILENTINSTALL (0x00000020)
#define CM_DEVCAP_RAWDEVICEOK (0x00000040)
#define CM_DEVCAP_SURPRISEREMOVALOK (0x00000080)
#define CM_DEVCAP_HARDWAREDISABLED (0x00000100)
#define CM_DEVCAP_NONDYNAMIC (0x00000200)

O motivo do ícone estar sendo exibido pode ser uma configuração a nível de BIOS. Em novas placas-mãe, há opções no BIOS que permitem desabilitar o recurso hot swapping (quando você usa um controlador AHCU/RAID). Com as configurações de hot swap desabilitadas no BIOS, não será exibido nenhum ícone para ejetar drives SATA na bandeja do sistema.

MS-AHCI

Para remover drives da lista de Remover hardware com segurança, crie uma série de novas chaves em:

HKEY_LOCAL_MACHINE\SYSTEM\CurrentControlSet\services\msahci
\Controller0\Channel0
\Channel1
\Channel2
\Channel3
\Channel4
\Channel5

Agora crie novos valores DWORD – nome: TreatAsInternalPort, valor: 1 dentro de cada chave ChannelN. Agora reinicie para que as mudanças tenham efeito e os drives não devem mais serem exibidos no ícone ‘Remover hardware com segurança’.

AHCIregedit

NVIDIA

Se você possuí um chipset NVIDIA, a seguinte edição no registro deverá funcionar para você:

[HKEY_LOCAL_MACHINE\SYSTEM\CurrentControlSet\Services\nvata]
“DisableRemovable”=dword:00000001

IASTOR/Intel RST

Precisamos criar uma Tarefa agendada durante a iniciação do sistema para definirmos o valor Capabilities para 0x60.

Para isso, abra o Menu iniciar > Acessórios > Ferramentas do Sistema e clique em Agendador de Tarefas.

Na barra lateral esquerda, clique em Biblioteca do Agendador de Tarefas.

Na barra lateral direita, clique em Criar Tarefa…

Na aba Disparadores, clique no botão Novo… e selecione Ao inicializar o sistema.

Na aba Ações, clique no botão Novo…

1

  • Ação: Iniciar um programa
  • Programa/script: reg
  • Adicione argumentos (opcional): add “HKEY_LOCAL_MACHINE\SYSTEM\CurrentControlSet\Enum\SCSI\CdRom&Ven_TSSTcorp&Prod_CDDVDW_SH-S223C\4&10ed5902&0&030000” /v Capabilities /t REG_DWORD /d 0x60 /f

Você precisará usar o Editor de Registro (regedit) editando o campo de Argumentos da tarefa agendada para corresponder ao drive exibido pelo ícone ‘Remover hardware com segurança’.

Para isso, pressione a combinação de teclas <Windows> <R> para exibir o Executar. Digite regedit e pressione <ENTER>.

Na barra lateral esquerda da tela, expanda (clicando no ícone de seta ao lado de cada chave) a chave HKEY_LOCAL_MACHINE\SYSTEM\CurrentControlSet\Enum. Expanda a chave referente ao hardware que você deseja ocultar e dê botão direito na única sub-chave presente com a tecla <Shift> pressionada para exibir a opção Copiar Nome da Chave.

3

Na aba Geral, em Opções de segurança, clique no botão Alterar Usuário ou Grupo… e, na nova janela que abrir, digite SISTEMA e pressione <ENTER>. Voltará a tela anterior. Clique em OK.

Na lista, dê botão direito na Tarefa agendada e clique em Executar agora. O ícone de “Remover hardware com segurança” não deverá exibir as unidades internas.

Referências

How can I remove the option to eject SATA drives from the Windows 7 tray icon? – Super User – http://superuser.com/questions/12955/how-can-i-remove-the-option-to-eject-sata-drives-from-the-windows-7-tray-icon

“Broadcom 802.11g” não conecta a rede Wifi após a atualização para o Windows 10

Após a atualização para o Windows 10 em um notebook MSI (originalmente com Windows 7 Starter) a internet Wireless passou a não funcionar normalmente. Não conectava a Wifi, e quando conectava, não possuía acesso a internet e a conexão logo caía!

Antes da atualização para o Windows 10, o acesso a internet funcionava normalmente neste notebook.

Pesquisando na internet, pude encontrar na internet diversas pessoas que enfrentaram o mesmo problema após a atualização para o Windows 10 (principalmente com notebooks antigos da Dell), que não foi corrigido na versão final lançada para o varejo.

O problema ocorre devido ao driver que acompanha o Windows 10 para placas Wireless antigas da Broadcom. Instalando a versão do driver que acompanha o Windows 7 (4.176.75.21 de 1 de Outubro de 2008), o adaptador voltou a funcionar normalmente.

Como nem todo mundo possuí a mídia de instalação do Windows 7 ou com o Windows 7 instalado em outro computador para obter o driver, eu o extraí de ambas as instalações (x86 e x64) e os repassei para a internet, disponíveis no DriverGuide:

Broadcom 802.11g Network Adapter (4.176.75.21, 10/01/2008) – DriverGuide

Atualizando/Instalando Drivers no Windows

Este post deu grande! Por isso, está dividido em seções.

  • Apresentação (pág. 1)
  • Instalação do driver de vídeo (pág. 2)
    • nVIDIA
    • Intel
  • Instalação do driver de rede (pág. 3)
    • Realtek
  • Instalação do driver de áudio (pág. 4)
    • Realtek
    • SiS
  • Instalação do driver do chipset (pág. 5)
    • VIA
  • Instalação do driver Controlador IDE (pág. 6)
    • SiS
  • Notas (pág. 7)
    • Considerações finais
    • Instalação manual de drivers
    • Não pude encontrar o driver! 😦
  • Windows 98 Adicionando suporte a pen drives e câmeras digitais (pág. 8)

Drivers são programas que dão acesso direto ao Hardware (Tudo que está fisicamente ligado ao computador, desde a placa mãe até uma câmera digital ou pen drive).

Quando você instala um driver, você ensina ao Sistema Operacional como ele deve fazer para “conversar” com o Dispositivo. Quando aparece um ponto de exclamação no Gerenciador de Dispositivos, o Windows está nos alertando que não sabe como conversar com ele, assim, ele não funciona.

Um exemplo clássico é o Windows não saber como conversar com a placa de rede (Ethernet Controller). Sem o driver, o computador não possui acesso a internet e é preciso baixar o driver por outro computador para instalar nele.

device-manager

Isso é a cada dia mais comum no Windows XP ou Windows antigos, já que eles não possuem mais suporte aos novos itens de hardware dos dias de hoje nativamente, como acontece com o Windows 7. Precisamos baixar e instalar o driver do site do fabricante para que o dispositivo funcione.

Podemos instalar drivers de dois modos:

  • Acessando o site do fabricante da placa-mãe,
  • Acessando o site dos respectivos fabricantes de cada peça.

Apesar de mais demorado, a 2ª opção deve ser sempre a sua favorita. O site da placa-mãe pode estar com drivers desatualizados simplesmente por que a placa-mãe saiu de linha, mas os componentes ligados a ela (como placa de rede, vídeo e som) continuam tendo suporte e com atualizações para os drivers no site do fabricante da peça que deixaram de ser atualizados na página do fabricante da placa mãe.

Possuir drivers atualizados é super importante! Pude rodar DVDs em um Duron 800Mhz com vídeo-onboard (computador de 2001) apenas mantendo os drivers IDE e de vídeo atualizados.

Devemos focar nos drivers de:

  • Vídeo: Sem eles, o Windows fica muito lento e em computadores mais antigos o Windows utiliza apenas 256 cores.
  • Áudio: Sem eles não sai som nas caixas de som do computador!
  • Rede: Como acessar a internet sem o driver de rede? Hoje em dia ela é essencial.
  • Chipset: Importante para que o Windows possa administrar a economia de energia da placa-mãe (ACPI) [1] e taxa de transferência do Disco Rígido, melhorando a performance do processador e do disco rígido. Instalando este driver você melhora a performance e de quebra economiza na Energia elétrica.
  • Controlador IDE: Responsável por controlar o acesso a discos rígidos e gravadores de CD/DVD antigos. O Windows XP acompanha um driver padrão para todos os controladores IDE, mas por ser compatível com todos, perde otimizações que o driver da fabricante possui, como suporte a UDMA (Veremos isso mais a diante). Nota: O driver pode estar incluído no driver do Chipset e não em Download separado! Isso significa que, instalando o driver do Chipset, instalamos o do Controlador IDE! Além disso, hoje em dia HDs e leitores de CD/DVD IDE estão cada vez mais raros, sendo este último apenas para computadores mais antigos.

Como veremos neste post, atualizar drivers (principalmente de computadores com componentes de boa qualidade) se resume a:

  • Descobrir o fabricante e modelo da peça,
  • Procurar no Google o Nome do fabricante acompanhado da palavra drivers.
  • Baixar o driver correto de acordo com o Sistema Operacional do seu computador.

Como os componentes que estamos atualizando mudam de computador para computador, você precisa adaptá-lo a sua necessidade. O post aborda os fabricantes de componentes mais comuns.

Precisamos instalar um programa chamado AIDA64. Ele é um programa que usamos para obter todas as informações sobre nosso computador, deste Sistema instalado até os componentes de hardware.

Ele pode ser encontrado para download gratuito (30 dias) em http://www.aida64.com/downloads

Etapa #1: Obtendo a versão do Windows e arquitetura instalada

Antes de instalarmos um driver, precisamos de duas informações: Qual a versão do Windows que estamos rodando (XP, Vista, 7…) e sua arquitetura (32 ou 64 bits).

Para quem trabalha na área, é fácil distinguir devido as diferenças na interface que cada um possui. Mas para sabermos a arquitetura, somente consultando. Podemos usar o Windows ou o AIDA64 para isso. Como já temos ele instalado (e precisaremos dele daqui para frente), usaremos o AIDA64 mesmo.

Use a barra lateral esquerda e expanda Sistema operacional > Sistema operacional. Nela, precisamos anotar duas informações:

  • Nome do Sistema Operacional (Windows 8),
  • Tipo de núcleo do Sistema Operacional (64-bit).

As informações em parênteses referem-se ao meu computador, como pode ser visto na tela abaixo:

ScreenShot014

Como identificar a geração de um processador Intel Core

É importante identificar a geração do processador por que através dela podemos saber quais drivers devemos baixar no Download Center da Intel.

Pressione a combinação de teclas Windows + Pause Break.

Nas Propriedades do sistema, em Processador:

Se possuir 3 dígitos, o processador pertence a primeira geração. Ex: i3-530

Se possuir 4 dígitos, é da segunda geração. Ex: i7-2600.

Como saber se o processador intel é de primeira ou segunda geração? http://www.tecmundo.com.br/tira-duvidas/139620