Onde foram parar os posts do blog?

Este ano me tornei sócio de uma empresa de informática e comecei a tocar meu próprio negócio.

Com o objetivo de aumentar os pageviews e o ranking da página da nossa empresa, a maioria dos posts do blog foram migrados para o blog da NetHouse Informática, mantendo no meu blog pessoal apenas posts pessoais, como configuração de emuladores retrôs e de Windows antigos =)

Peço desculpas pelo transtorno!

Um abraço! =)

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Desbloqueio do modem Arcadyan AR7516ALW para qualquer operadora

Recentemente, encontramos um problema devido ao firmware customizado da GVT (hoje Vivo) para o modem Arcadyan AR7516ALW não possuir opção para desabilitar o servidor DHCP do modem. Como possuíamos outro servidor DHCP na rede, ambos entravam em conflito, fazendo com que os clientes não encontrassem o servidor Active Directory (AD) na rede. A novela completa de como descobrimos que o modem era o culpado pode ser acompanhada aqui.

O canal ELITE PLAY disponibilizou o vídeo-tutorial abaixo de como realizar a instalação do firmware do Totolink ND300v2 no Arcadyan AR7516 (apesar do vídeo não deixar explícito se havia compatibilidade com o modelo AR7516ALW, decidi arriscar e realizei o procedimento, e o modem [incluindo Wireless] funcionou perfeitamente).

Os arquivos para download e as configurações VPI e VCI de cada operadora podem ser encontradas na descrição do vídeo.

Recomendo fortemente que você utilize o Internet Explorer para realizar a atualização de firmware, devido a página de atualização de firmware (Firmware Update.html) utilizar controles ActiveX (compatíveis apenas com o Internet Explorer).

Após a atualização do firmware, encontrei problemas para configurar o modem para a operadora GVT. Eu utilizava o usuário e senha informados na descrição do primeiro vídeo (turbonet@turbonet e senha gvt12345) e o modem exibia corretamente a velocidade de download e upload contratada, mas exibia “ADSL” como down e não havia acesso à Internet.

Pude encontrar a solução para este problema assistindo o vídeo abaixo do canal 30acs, que recomendou a senha gvt25 ao invés de gvt12345 (o usuário – turbonet@turbonet – continuava o mesmo, apenas a senha mudava) e o modem conectou-se normalmente à Internet. O vídeo demonstra a configuração do firmware Totolink ND300v2 para as operadoras Oi, GVT, Vivo, Speed e NET.

Este firmware possuí as seguintes características [1]:

  • Idiomas suportados
    • Inglês
    • Árabe
    • Português: O firmware possui tradução para Português, porém várias palavras foram traduzidas de forma errada e podem deixar o usuário confuso.​
    • Espanhol
  • Suporte a DHCP estático;
  • Suporte a DDNS TZO, DynDNS, PHDNS e NO-IP;
  • Não há restrição de que provedor usar (está desbloqueado);
  • Suporte a 3 SSIDs virtuais. Cada um com sua senha (Não encontrei opção de AP Isolation);
  • Permite atualizar o firmware direto pelo setup, sem procedimentos especiais;
  • Tem uma função repetidor Wi-Fi, que faz o aparelho receber um sinal Wi-Fi e repetir ao mesmo tempo por Wi-Fi e pelas portas LAN de forma transparente. O aparelho se transforma em um switch Wi-Fi;
    • Todos os clientes conectados ao aparelho no modo repeater recebem o endereço MAC do aparelho nas comunicações, como se toda comunicação fosse iniciada pelo roteador.  Se existirem dez aparelhos conectados, o resto da rede só vê um. Explicando de outra forma: ninguém na rede consegue ver o MAC verdadeiro dos clientes conectados no modo repeater desse firmware, com ou sem fio. Isso pode ser interessante em alguns casos, mas problemático em outros.
  • Permite sacrificar uma das portas LAN para funcionar como WAN e assim usar o aparelho como roteador mesmo sem usar o ADSL (no modem, a porta WAN é a porta LAN4).
  • TR-069 desativado por padrão.​

Se não estiver conseguindo colocar o modo repetidor para funcionar (o sintoma é que não pede a senha do access point a repetir) ou estiver esbarrando em qualquer outro problema, experimente colocar o firmware no idioma inglês e tentar de novo. [1]

Referências

  1. Firmware Totolink ND300 v2.1.1 – Compatível com D-LINK DSL-2740e. RYAN.COM.BR.

Configurando o ePSXe

 

O PlayStation, também conhecido como PS ou PS1, foi um console 32-bit lançado originalmente no Japão em 1994. Ele também é frequentemente referido como PSX, mesmo que este tenha sido um nome temporário durante o desenvolvimento que nunca tornou-se oficial. Independente de como você chame o PlayStation, ele se tornou o console mais popular de sua geração (quinta) e foi o primeiro videogame a alcançar 100 milhões de unidades, superando o Nintendo 64 e Sega Saturn. [1]

O PlayStation basicamente possui dois modelos: o PlayStation (também conhecido popularmente como “tijolão”, com variações de acordo com o país/modelo) e o PSOne (informalmente chamado de “slim”), este último considerado o mais resistente. Os primeiros modelos (DTL-H1000/1001/1002) do PlayStation usavam termoplástico no canhão, e com o calor ele “escorregava” um pouco fazendo com que o leitor não ficasse mais em paralelo com a superfície dos CDs. [6]

O ePSXe (enhanced PSX emulator) é um emulador de PlayStation 1 para que você possa rodar jogos de videogame no seu computador.

Para este post, a versão utilizada do ePSXe é a 2.0.5 (a mais recente no momento que escrevo) que pode ser encontrada no site oficial do emulador para download.

Basicamente, você precisa configurar o BIOS, sua placa de vídeo, placa de som e dispositivo de entrada (teclado/controle) para ter o emulador funcionando corretamente. Continuar lendo “Configurando o ePSXe”

Como usar controles DirectInput em jogos XInput

Índice

  1. Introdução
  2. Antes de tudo
    1. Direcionais, Feedback, triggers LT/RT (Invert, Half, Dead Zone) e Exclusividade
    2. Instalação do driver de controle genérico
    3. Descobrindo se o jogo é 32 ou 64-bits
    4. Descobrindo o diretório de instalação do jogo
  3. x360ce
    1. Configurando o x360ce
  4. XOutput
    1. Instalando o XOutput
    2. Configurando o XOutput
  5. XInput Plus
    1. Instalando o XInput Plus
    2. Configurando o XInput Plus
  6. vJoy e UJR
    1. Instalação do vJoy
    2. Configuração do vJoy
    3. Instalação do UJR
    4. Configuração do UJR
  7. Antimicro
  8. Extras
    1. DirectInput Blocker/Spoffer
    2. Joy2Key
    3. xbox360cemu
    4. Pinnacle Game Profiler
    5. MediaProperties

Continuar lendo “Como usar controles DirectInput em jogos XInput”

Corel VideoStudio X8: “Esta página não pode ser exibida” durante a instalação.

Ao adquirir um notebook com processador Intel Core i3 com 4 GB de RAM (HP ProBook 4430s), ao usar o Corel VideoStudio X9, ele apresentava problemas de lentidão no Windows 7 (porém, no Windows 8.1, ele não apresentava problemas de lentidão, mas outros motivos – como o alto uso de CPU devido ao antivírus e outros processos do sistema – me fizeram voltar para o Windows 7). Por isso, decidi voltar a usar a versão X8. Porém, para a minha surpresa, após informar o serial durante a instalação, exibia a mensagem “Esta página não pode ser exibida“, como ocorre no Internet Explorer quando ele não pôde localizar uma página na internet (a Corel utiliza uma interface gráfica Web que utiliza a engine do Internet Explorer para o instalador dos seus produtos, como o CorelDRAW e Corel VideoStudio).

Decidi investigar o problema, e para isso, usei o Process Monitor da Sysinternals para investigar o processo de instalação do Corel VideoStudio (Setup.exe), e descobri que após informar o serial, ele tentava carregar o arquivo Corel VideoStudio Pro X8 Setup Files\Lang\EN\Custom\SNWait.htm (Corel VideoStudio Pro X8 Setup Files é o local onde você extraiu os arquivos de instalação do Corel VideoStudio X8, normalmente em C:\Program Files (x86)\Corel); porém este arquivo não existia nos arquivos de instalação do VideoStudio X8 (cheguei a extrair duas vezes o arquivo pensando que o arquivo de instalação poderia estar corrompido, tentei inclusive obtê-lo da versão 32-bit do VideoStudio, porém este arquivo também não existe nesta versão).

Pude encontrá-lo na versão X9 do Corel VideoStudio, e ao copiá-lo para o diretório Corel VideoStudio Pro X8 Setup Files\Lang\EN\Custom a instalação pôde prosseguir após informar o serial, exibindo uma barra de progresso enquanto validava o serial com os servidores da Corel. Porém, uma nova mensagem de erro aparecia, com a mensagem “Unable to validate serial number. An internet connection is required to complete the installation“, porém o computador estava conectado a Internet e o serial estava correto. Provavelmente esta mensagem de erro ocorre devido ao arquivo ter sido extraído de uma nova versão do VideoStudio (da versão X9) ou devido a Corel ter desabilitado os servidores que realizavam a validação do serial da versão X8 do VideoStudio.

Abrindo o arquivo SNWait.htm para edição usando o Bloco de notas, pude encontrar a função que realizava a validação do serial e comentá-las (comentar uma linha de código significa fazê-la deixar de ser executada, ou seja, uma forma de instruir o computador a não executar uma instrução/código. Comentários normalmente são utilizados por desenvolvedores para documentar partes do código, ou para desativá-las, devido ao fato do computador ignorá-las completamente) para que a validação sempre ocorre-se com sucesso e o instalador pude-se continuar.

Você pode copiar o conteúdo abaixo para o Bloco de notas e salvar o arquivo como SNWait.htm no diretório Corel VideoStudio Pro X8 Setup Files\Lang\EN\Custom.


<!DOCTYPE HTML PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.0 Transitional//EN">
<html xmlns:ICA="ICA" xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">

<head>
<title>Setup Wizard</title>
<link href="NewStyle.css" rel="stylesheet" type="text/css">

<meta http-equiv="content-type" content="text/html; charset=UTF-8">

<meta content="text/html" name="ICADlg" id="ICADlg"
ICA:DlgHW="600,800"
ICA:DlgFrame="0"
ICA:TransparencyColorRBG="51,52,53"
ICA:ShadowGraphic="Images\Shadow.png"
ICA:ShadowGraphicOffsetLeft="0"
ICA:ShadowGraphicOffsetTop="0"
ICA:ShadowGraphicTransparency="255"

>
<script language="jscript" type="text/jscript" src="js\Progress.js"></script>
<script language="jscript" type="text/jscript">

function BodyLoad()
{
OnPBLightIt();
OnPBStartIndeterminate();

window.setTimeout(CheckIt, 30);
}

function BodyUnLoad()
{
OnPBEndIt();
}

function CheckIt()
{
var iResult = window.external.ExecuteFN("Activate");
//if (0 == iResult)
//{
window.location = "Settings.htm";
//}
//else
//{
// window.external.EndModalLoop(iResult);
//}
}

</script>

</head>

<body onload="BodyLoad()" onunload="BodyUnLoad()">

<!-- background -->
<div id="idBackGrd" class="WindowSize">

<!-- img alt="" class="CloseBtn" src="Images/close.gif" ICA:Function="ICACancelSetup" / -->

<!-- ------------------------------------------------------------ -->
<!-- page content panel -->
<div id="idPanel">

<p class="DlgHeaderTitles">
Validating your serial number
</p>
<p class="DlgBlock">
Please wait...
</p>


<div id="idProgressOuter" class="ProgressOuter" style="width: 710px;">
<div id="idProgressInner" class="ProgressInner"></div>
</div>

</div> <!-- div id="idPanel" END -->
<!-- <div> Wizard Buttons (at bottom of dialog) - START -->
<div class="DlgWizardBtns">
<table>
<tr>
<td>
</td>
<td>
</td>
<td>
<button accesskey="C" type="button" ICA:Function="ICACancelSetup" ID="idCancel"><u>C</u>ancel</button>
</td>
</tr>
</table>
</div>
<!-- <div class="DlgBlock"> Wizard Buttons (at bottom of dialog) - END -->

</div>

</body>

</html>

As linhas que foram comentadas estão destacadas acima (linhas 38, 39 e 42 à 46). Note que o resultado da validação é ignorado e o instalador automaticamente carrega a página Settings.htm (que permite configurar o diretório de instalação e o padrão de vídeo [PALM/NTSC]). Ter de realizar este procedimento manualmente (copiar o arquivo SNWait.htm e comentar a função de validação do serial) foi estranho para mim, devido ao utilizar o mesmo instalador e não ter necessitado realizar tais procedimentos no passado. De qualquer forma, fica minha contribuição para todos que estão enfrentando este problema ao instalar uma versão anterior do VideoStudio nos seus computadores.

Diferenças entre Modem, Hub e Switch

Neste artigo, vamos comentar um pouco sobre as principais diferenças de um modem para um hub e switch, e princípios básicos de funcionamento dos mesmos.

Modem

A maioria das pessoas usam um modem (roteadores NAT) em casa para conectar-se a Internet, e a maioria dos roteadores NAT oferecem alguma versão limitada do DHCP para atribuir automaticamente endereços IP para computadores de mesa, laptops, consoles de vídeo-game e smartphones e uma versão limitada do DNS para tornar possível a todos os dispositivos da rede conhecerem como os outros dispositivos são chamados. O DHCP lida com endereços, porém não diz aos outros dispositivos da rede quem possuí tal endereço; o DNS sabe relacionar nomes com endereços mas não atribuí endereços sozinho. (BigDinosaur Blog, 2012)

Um modem pode prover internet apenas para um computador, já que possuí apenas uma entrada para linha telefônica (de onde vem a internet) e uma entrada Ethernet, como pode ser visto na imagem abaixo:

Traseira do modem D-Link 500B

Traseira do modem D-Link 500B

Para que possamos compartilhar nossa internet com dois ou mais computadores precisamos usar hubs ou roteadores.

DSL-2640B

Existem alguns modens que possuem 4 entradas (ao invés de apenas uma), como o DSL-2640B, que descartam a necessidade de um hub/switch (eles atua como ambos [note a porta DSL]).

Hoje em dia, há uma tendência de substituição dos hubs pelos roteadores wireless (já que os hubs permitem apenas compartilhar nossa internet através do uso de fios, já os roteadores wireless nos permitem compartilhar tanto por fio quanto sem fio).

Hub (Concentrador)

Para que seja possível a comunicação de vários computadores em uma rede, podemos usar um hub.

Hub

O hub permite que os computadores possam compartilhar arquivos e impressoras entre si sem nenhuma configuração adicional, precisamos apenas conectar os computadores ao hub e podemos começar a compartilhar arquivos e impressoras (graças ao APIPA).

Quando conectamos um modem a um hub estendemos a capacidade que ele possui para, além do compartilhamento de arquivos e impressoras, o compartilhamento de internet. Não é necessário nenhuma configuração adicional, apenas precisamos conectar o modem a qualquer entrada livre no hub e a internet funcionará em todos os computadores automaticamente.

Qualquer informação enviada por um computador é recebida por todos os outros, mesmo que a informação fosse destinada para um destinatário específico. A placa de interface de rede descarta a informação não endereçada a ela, interrompendo a CPU somente quando pacotes aplicáveis eram recebidos, a menos que a placa fosse colocada em seu modo de comunicação promíscua. Essa forma de um fala e todos escutam definia um meio de compartilhamento de Ethernet de fraca segurança, pois um nó na rede Ethernet podia escutar às escondidas todo o tráfego do hub se assim desejasse.

Todo pacote que é enviado a uma porta do hub pode sofrer colisão; o hub realiza um trabalho mínimo ao lidar com colisões de pacote. Como a chance de colisão é proporcional ao número de transmissores e ao volume de dados a serem enviados, a rede pode ficar extremamente congestionada, em torno de 50% da capacidade nominal, dependendo desses fatores. Para solucionar isto, foram desenvolvidos “comutadores” ou switches Ethernet, para maximizar a largura de banda disponível.

Switch (Comutador)

Um switch é um hub “mais rápido e inteligente” (a grosso modo) devido ao modo como possibilita a conversa entre os computadores em uma rede mas, na prática, o cabeamento é idêntico e ele atua como um hub, não necessitando de nenhuma configuração adicional para compartilhar internet, arquivos e impressoras (tanto que é possível substituir um hub por um switch em uma rede sem nenhuma configuração adicional).

Switch Ethernet “aprende” quais são as pontas associadas a cada porta, e assim ele pára de mandar tráfego para as demais portas a que o pacote não esteja endereçado, isolando os domínios de colisão. Desse modo, a comutação na Ethernet pode permitir velocidade total de Ethernet no cabeamento a ser usado por portas de um mesmo switch.

É possível encontrar redes Gigabit Ethernet no mercado usando HUB mas pela norma a rede só pode ser usada através de um switch. Para usuários domésticos, o tempo de transmissão será maior, mas nada o que faça valer a pena migrar para a Gigabit. Como o switch é pouco utilizado por usuários domésticos (a quem este post se destina) devido ao alto preço, recomendo, para quem possui mais curiosidade ou um switch em casa, ler o post do Brainworks que compara Hubs e Switchs.

Referências

  1. BigDinosaur Blog, 2012.Running BIND9 and ISC-DHCP.

Como desproteger um arquivo .XLSX protegido com senha

O Adam, do blog Adam’s Code, descobriu uma maneira muito fácil de desabilitar a proteção de senha em arquivos de Planilhas do Excel usados pelo Excel 2007 e superiores (XLSX). Somente siga os simples passos abaixo:

Este método somente aplica-se a planilhas protegidas por senha. Se o arquivo está protegido com o recurso “Encriptar com uma senha”, ele não funcionará.

  1. Abra o Explorador de arquivos/Windows Explorer e habilite a exibição de extensão de arquivos conhecidas. Para isso, pressione a tecla <ALT> para exibir os menus superiores e entre no menu Ferramenta > Opções de pasta…
    • Na aba Modo de Exibição, desmarque a caixa Ocultar a extensão dos tipos de arquivo conhecidos e clique em OK.
  2. Altere a extensão do arquivo de .XLSX para .ZIP
  3. Extraia o arquivo para um diretório com o seu extrator favorito (eu usei o 7-Zip)
  4. Entre no subdiretório xlworksheet que você acabou de extrair
  5. Deverá ter um ou mais arquivos com nomes como: sheet1.xml (sheet2.xml, etc). Dentro de cada um destes arquivos terá uma tag XML: <sheetProtection password=… />. Delete esta tag XML inteira usando um editor de texto (como o Bloco de notas).
  6. Re-zip os arquivos novamente.
  7. Renomeie o arquivo de .ZIP para .XLSX

Pronto!

Referências

How to unprotect a password protected .XLSX file – Adam’s Code Blog –  http://blog.bitcollectors.com/adam/2011/10/how-to-unprotect-a-password-protected-xlsx-file/